Não, nunca mais. Que
torne-se o canto da sobriedade, tua enunciação. És em verdade como
um pássaro desamparado, lançado no íntimo do céu.
E o seu amado, buscava
a companheira ideal, coberta e invisível. Distante como um eco
solitário que não é ouvido por ninguém. Um pressentimento de
amparo sob a chuva torrencial do mundo, que se derrama em
incompletude e confusão.
E o momento é cálido,
como não poderia ser? Aquela simples percepção valerá o infinito.
O que mais poderia desejar além daquele momento?
Por fim, despeça-se,
em sorrisos sinceros, para que ele não torne a habitar seu coração.
2 comentários:
*_* me lembrou um pouco a Cecília Meireles, a parte um tanto onírica. Passa uma emoção delicada, enírica e bela. Amay o texto *_* Passar o sentimento de como se estivesse lendo uma poesia. As indagações, metáforas, descrições e as palavras de modo geral foram utilizadas perfeitamente *_*
Cada vez você consegue aperfeiçoar mais seu estilo! Esse texto é pereito! Só usou as palavras necessárias, e elas tem um ótimo ritmo e força. Muito bom, mesmo =)
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